20 abril, 2021

Casa da Dízima

Inaugurado em Maio de 2003, o restaurante deve o seu nome a um imposto medieval, que se praticava nos portos do mundo cristão, e que consistia num tributo ao Rei, de dez por cento, do valor carregado ou descarregado das mercadorias e pescado.
O restaurante mantém a traça original do séc. XV, texturas rugosas da pedra e as superfícies lisas do estuque e alvenaria, as abóbadas de cruz e de berço em tijolo com os metais enferrujados a ácido, o chão de pedra lioz da lourinhã, com as madeiras de teca do mobiliário.
E a esplanada é um espaço privilegiado do edifício, oferecendo uma vista única sobre a barra do tejo, desde a ponte, ao farol do bugio.



A destacar o atendimento irrepreensível durante todo o jantar, desde a atenção prestada às recomendações sem nunca ser exagerado ou intrusivo.
Começamos com os Bombons crocantes de Farinheira. Uma entrada perfeita para partilhar, que conjuga farinheira, grelos, tomate cereja e redução de vinagre balsâmico.



Nos pratos principais é possível escolher pratos de peixe, carne, massas ou risottos.
Escolhemos o Risotto de Vieiras em manteiga de Lavagante e os Medalhões de Javali com molho Moscatel. O risotto foi um dos melhores que já provei, cremoso e al dente, aromático e delicado a contrastar com a frescura doce das vieiras; e os medalhões, tenros e suculentos, um prato de conforto requintado.

Terminamos com as sobremesas Terrina de Chocolate Negro e Pão-de-ló com creme de Maracujá. A terrina de chocolate é uma sobremesa requintada e rica em chocolate; o pão-de-ló é leve e cremoso, o creme de maracujá ácido e fresco e o praliné doce confere uma textura crocante.



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