12 março, 2019

Treestory

Quem me conhece sabe que eu adoro experimentar restaurantes e pratos novos, e se conhecer pouco da gastronomia de um país acho ainda mais fascinante, por isso quando recebi o convite para conhecer o Treestory fiquei muito entusiasmada.
No geral não fiquei fascinada, mas acho o conceito interessante e vale a pena experimentar principalmente por ser o primeiro restaurante da Georgia em Lisboa, no entanto ainda tem que melhorar bastante principalmente no atendimento.



O espaço é bastante discreto, aliás quando entramos mais aprece uma pastelaria por causa da grane vitrine, mas conseguiram torná-lo acolhedor com as muitas pinturas de laranjeiras. E além disso, conta com um bonito terraço que é óptimo para um almoço descontraído.
E como não conhecíamos nada da gastronomia da Georgia, confiámos nas recomendações da empregada que nos atendeu, e aqui temos o primeiro problema: a barreira linguística, já que o staff embora seja muito simpático não fala português e mesmo o inglês é rudimentar.




Começámos com uma Limonada de Maracujá, um pouco doce demais mas refrescante e saborosa, e como entradas Gebzalija com Mchadi e Legumes salteados à moda da Georgia
O tempo de espera foi excessivo, pelo menos 40 minutos... e durante esse tempo ninguém se dirigiu a nós com uma explicação ou para saber se precisávamos de algo, além disso ainda era possível ouvir os gritos que vinham da cozinha...  

Passando aos pratos: gebzalija trata-se de um rolo de queijo com molho de queijo acompanhado pelo mchadi, segundo a empregada são panquecas de milho, o rolo de queijo era excelente fresco e leve, muito saboroso, no entanto o mchadi nada têm a ver com panquecas, são sim uma espécie de pão... seco, duro e sem qualquer sabor, era até díficil de comer mesmo acompanhando com o molho do rolo, uma desilusão; já os legumes estavam cozinhados e temperados na perfeição, mas claro que não é um prato surpreendente.

Depois das entradas, veio a Lobiani.  
Uma tarte quente, preparada no forno, e recheada com feijão; a massa era leve e estaladiça, o recheio embora seja maioritariamente feijão não é pesado e estava lindamente temperado com especiarias. No caso deste prato, acho que teria bom que avisar da quantidade, já que acabou por sobrar bastante... além disso, ainda não tínhamos terminado a refeição e a empregada já estava a limpar a mesa com detergente, o que nos pareceu desnecessário e indelicado.

Para as sobremesas não havia carta e (presumo que devido à barreira linguística) tivemos de ir até à vitrine na entrada do restaurante ver quais eram as sobremesas do dia.
Escolhemos um Bolo de Pistáchio, sem glúten ou lactose, fiquei surpreendida pela textura leve e cremosa, era muito fresco e saboroso.


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