30 outubro, 2015

Sugestão para o fim de semana #17

Excelentes sugestões para sair de casa e aproveitar o fim de semana!


A vila de Arraiolos acolhe a 16ª Mostra Gastronómica, que inclui a Feira do Tapete de Arraiolos e o 8º Festival da Empada de Arraiolos, de 30 de Outubro a 8 de Novembro, no pavilhão Multiusos local.
No ano passado abriram-se portas a cerca de 15 000 visitantes e este ano preparam-se os detalhes com a expectativa redobrada, convidando todos a conhecer não só o património, como a gastronomia.
Este ano a empada vai ser a rainha das festividades, a par com os melhores pratos das mesas arraiolenses e, claro, com o ícone de artesanato local que pode ser admirado e adquirido: o Tapete de Arraiolos, além de todo um programa recheado de momentos de convívio, animação e cultura.
São 10 dias de onde todo o concelho de Arraiolos se mostra e convida, contando com a participação da restauração local, comércio de tapetes e tapeteiras, empresas vínicas e exposições do legado de gerações.
Mais informações, no site da Câmara Municipal.



O Mercado da Vila, apresenta uma vez mais o evento que recria o espirito gastronomico do Outono!
De 30 de Outubro a 1 de Novembro, o Mercado de Outono apresenta-se com Queijos, Enchidos, Vinhos, Azeites, Frutos Secos, Ervas Aromaticas, Chás, Licores produzidos nas várias regiões de Portugal.
Uma verdadeira montra, que se vem afirmando como a melhor opção para encontrar os frutos secos e castanha quentinha.




"Time Lapse", exposição de neopop, actua como convite para uma viagem trans-histórica técnica interativa com personalidades que estão expostas face ao espetador em grande plano e que criam um diálogo sem palavras. É assim que a artista plástica Rueffa apresenta na Casa-Museu Medeiros e Almeida uma nova realidade na pintura e na escultura: um instantâneo monumental. A exposição estará patente na Galeria de Exposições Temporárias até 7 de Novembro.
Obras inéditas e exclusivas como Mozart, Selfie Dollar e Facies Mechanicae marcam um novo establishment cultural. Personalidades como Almada Negreiros, Amália Rodrigues, Camões, Picasso, Andy Warhol, Basquiat, Grace Jones, Freddie Mercury, entre outras, estão expostas e conversam, sem recurso a palavras, com os espetadores.
No processo artístico de Rueffa é notória a admiração que nutre pelo concetto spaziale do artista Lucio Fontana promulgando também a sua própria dimensão na arte: uma expansão para além do plano pictórico a uma profundidade intencional elétrica, que raramente consegue ficar dentro do espaço limítrofe das camadas, dos painéis, das esculturas, dos vídeos, dos objetos artísticos.
É nessa tridimensionalidade que os grandes ícones da metrópole do espetáculo, industrial e universal são secularizados e a transversalidade de conceitos fazem a justaposição desmedida, ainda que certeira, entre a arte, o universo e a cultura Neo Pop de Rueffa.

Todas as informações no site do museu.

Medalhões de pescada à bulhão pato

Depois de uma experiência tão bem sucedida com os medalhões de porco decidi adaptar a ideia na versão peixe.
Sabemos bem que, sejam adultos ou crianças, nem toda a gente é uma grande apreciadora de pescada... eu lembro-me de ser pequena e de torcer o nariz quando a minha avó fazia a pescada cozida com batatinha e legumes, aliás só o cheiro da pescada me tirava o apetite! E sinceramente, pescada cozida não tem realmente muita piada, se for para confeccionar de forma simples prefiro ao vapor.
Os medalhões de pescada preparados desta forma ficam muito suculentos e muitos mais saborosos, para além que combinam lindamente com o miolo de camarão. Agora, aposto que com uma receita destas de pescada ninguém lá em casa vai torcer o nariz.





29 outubro, 2015

Gnocchi Alfredo

Já todos devem ter ouvido falar de Fettuccine Alfredo, uma receita de massa muito rica e deliciosa preparada com fettuccine e parmesão.
Tenho a sensação que o gnocchi por cá ainda é pouco conhecido... talvez seja pelo facto de até nos restaurantes italianos nem sempre estar disponível na ementa, como tenho vindo a reparar. Lembro-me perfeitamente que era habitual ir com o meu pai e a minha madrasta a um italiano e mesmo sem saber o que era quando vi gnocchi na ementa e a sua descrição quis logo experimentar. Fiquei imediatamente apaixonada e ainda que agora seja raro pedir gnocchi em restaurante, é um tipo de prato que gosto de fazer em casa por ser tão simples e tão reconfortante.
A receita de hoje é uma versão do tradicional Fettuciine Alfredo, mas preparada com gnocchi, e enriquecida com fiambre, cogumelos e ervilhas, natas e o indispensável parmesão.




Ingredientes:
1 embalagem de gnocchi Buitoni
30g azeite
2 dentes de alho picados
150g fiambre ou bacon em cubos
150g ervilhas
150g cogumelos laminados
1 pacote de natas
Oregãos q.b.
Sal q.b.
Pimenta q.b.
Parmesão ralado q.b.




Preparação:
- Cozinhe o gnocchi  em água abundante a ferver com um pouco de sal, durante cerca de 4 a 5 minutos. 
- Quando o gnocchi começar a vir à superfície, escorra a água e reserve. 
- Numa frigideira grande ou num tacho, deite o azeite e junte o bacon e o cogumelos, deixe saltear.
- Junte as ervilhas, as natas e os oregãos, e rectifique os temperos.
- Adicione o gnocchi e envolva.
- Sirva com parmesão ralado.




Nota:
Se preferir, substitua o gnocchi por massa (tagliatelle, fettucine, esparguete, ou outro).

28 outubro, 2015

Fofos de atum

Todos temos na nossa despensa aqueles produtos que são indispensáveis, outros que são ingredientes especiais destinados a receitas específicas e aqueles que sabemos que são sempre úteis para situações inesperadas. E normalmente alguns desses produtos úteis que podem ser usados para várias ocasiões são as massas, conservas vegetais, atum, e por aí fora.
Quando vi esta receita de fofos (só o nome é giro!) achei que seriam óptimos como entrada ou lanche, e que acompanhados por uma salada também seriam óptimos como um almoço leve, excelente para levar na marmita.
O nome da receita faz todo o sentido já que o resultado são pequeno queques salgados, muito macios, leves e fofos, podem ser consumidos frios, mas enquanto ainda estão mornos são ainda mais saborosos.




Ingredientes:
(para 12 unidades)
2 latas de atum ao natural
250g farinha com fermento
100g margarina
6 ovos
Salsa picada q.b.
Pimenta q.b.




Preparação:
- Aqueça o forno a 180º.
- Unte as formas de queque com um pouco de azeite e polvilhe com farinha.
- Numa taça, coloque os ovos e a margarina e bata muito bem. Adicione a farinha e bata novamente.
- Junte a salsa, pimenta e o atum escorrido, envolva muito bem e divida a massa no tabuleiro de muffins ou coloque em formas de papel.
- Leve ao forno durante cerca de 25 minutos ou até estarem bem cozidos e dourados.
- Retire do forno, desenforme e deixe arrefecer.
- Acompanhe com salada.




Fonte - Receita adaptada da revista Teleculinária semanal nº 1896

27 outubro, 2015

Brunch com sabores asiáticos no Museu do Oriente

O brunch começou a ser servido no restaurante do Museu do Oriente no passado dia 11 de Outubro, por isso é uma novidade fresquinha em Lisboa!
Localizado no último andar do museu, tem uma vista privilegiada para o rio Tejo e a Ponte 25 de Abril, este é um brunch um pouco diferente: para além de ter tudo aquilo que tipicamente se espera num brunch, destaca-se pelas propostas de influência oriental.
O brunch está disponível aos Sábados e Domingos, mediante reserva, pelo preço de 20€ por pessoa (preço com bebidas incluídas), existindo um espaço dedicados aos mais pequenos com uma animadora disponível.



Existe uma selecção bastante variada e com qualidade de pães, bolos e sobremesas de colher, sumos de fruta, saladas frias, cereais, compotas e queijos, além disso existem ainda manteigas aromatizadas, iogurte com fruta fresca, blinis e macarrons, bem como pratos quentes e ovos. Podemos encontrar a influência asiática nas giozas, na massa vermicelli com camarão e manga e no salmão teriaky, um dos pratos quentes disponíveis.
Existem pequenos aspectos a serem melhorados, para mim dois aspectos em particular: as panquecas e as guiozas. As panquecas, muito fofas e saborosas, (para o meu gosto pessoal) deveriam ser mantidas mornas ao invés de estarem à temperatura ambiente, assim como as guiozas que ao estarem expostas a massa começava a ficar ligeiramente seca.


Destaco a selecção de pães e doces, todos muito variados e frescos com massas leves e saborosas em que gostei particularmente o croissant e o pão com chouriço; as manteigas aromatizadas de laranja e frutos vermelhos; os sumos de fruta que ao longo do brunch iam sendo preparados sendo o de maçã e abacaxi o meu preferido; nas influências asiáticas a massa vermicelli com camarão e  manga com um excelente equilíbrio entre os sabores doce/picante e o salmão teriyaki cozinhado na perfeição. E claro, não poderia deixar de referir os fabulosos macarrons!
Tendo em conta outros brunchs que já tive a oportunidade de experimentar, acho que o brunch no restaurante do Museu do Oriente tem todo o potencial de ser um dos mais interessantes da cidade.




Museu do Oriente Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

26 outubro, 2015

Sopa de tomate

Noites frias são sinónimo de sopa!
Actualmente, até posso dizer que aprecio algumas sopas frias, mas sem dúvida que prefiro as sopas quentes na época mais fria. Aliás, o início deste mês de Outubro até foi bastante ameno e a minha ideia era fazer um gaspacho (o meu marido adora ou não tivesse uma costela alentejana), mas porque não tinha todos os ingredientes acabei por fazer uma sopa mais reconfortante numa noite mais fria.
Esta é uma sopa de tomate muito simples, basicamente apenas composta por tomate, optei por usar cebola roxa por ser mais suave que a cebola normal e o vinagre balsâmico dá um pequeno toque de requinte  a uma simples sopa.
É uma sopa muito rápida, com ou sem robot de cozinha, mas em dias de mais tempo podem optar por assar a cebola e os tomates, juntar aos restantes ingredientes, deixar cozinhar alguns minutos e triturar, assim vão ter uma sopa com uma sabor mais mais rico.




Ingredientes:
1 cebola roxa
2 dentes de alho
30g azeite
600g tomate
1 caldo vegetal
150ml água
1 c. sopa manjericão
1 c. chá pasta de harissa (opcional)
1 c. chá açúcar
2 c. sopa vinagre balsâmico




Preparação:
- Coloque no copo a cebola, o alho e o azeite, pique 5seg, Vel 5.
- Adicione os restantes ingredientes, excepto o vinagre balsâmico, e programe 25min, Temp 100º, Vel 1.
Programe 1min e vá progressivamente até à Vel 7 (Vel 3, Vel 5 e Vel 7).
- Adicione o vinagre balsâmico e sirva.




23 outubro, 2015

10º Festival do Marisco de Ribamar

O 10.º Festival do Marisco de Ribamar tem lugar entre 23 de Outubro e 1 de Novembro, naquela localidade da freguesia de Santo Isidoro, na costa marítima do Concelho de Mafra, reconhecida pela tradição na confecção de marisco e pela qualidade da sua restauração.
Valorizando produtos locais, como os percebes, as lapas, os mexilhões ou os polvos, o evento inclui mostras gastronómicas, showcookings com chefes conceituados, degustações e pratos exclusivos em sete restaurantes.

O marisco poderá ser provado nas mesas dos restaurantes Viveiros do Atlântico, Estrela do Mar, Terra Mar, Ribamariscos, O Rochedo, A Marisqueira de Ribamar, e A Brasa na Gruta que apresentarão uma ementa dedicada ao marisco, com três ou quatro pratos feitos especialmente para o festival.
Complementarmente à oferta nos restaurantes, nos fins-de-semana de 23 a 25 de Outubro e de 30 a 1 de Novembro, o público poderá, ainda, degustar petiscos com marisco numa tasquinha instalada no pavilhão da Associação de Moradores de Ribamar: da cebolada de lapas à frigideira de mexilhão, passando pelas gambas à Associação e por um peculiar pica-pau de polvo.
Ainda durante o festival, nos sábados de 24 e 31 de Outubro, entre as 18 e as 20 horas, vão decorrer showcookings abertos à população com a presença de chefes conceituados que mostrarão como é possível criar pratos únicos com estes produtos de excelência.


A abertura oficial do evento acontece a 22 de Outubro, no Forte de São Lourenço, em que cada restaurante aderente apresenta um dos pratos que farão parte da ementa preparada para o festival. 
O 10.º Festival do Marisco de Ribamar é promovido pela Junta de Freguesia de Santo Isidoro e pela Associação de Moradores de Ribamar, com o apoio da Câmara Municipal de Mafra.

Mais informações e lista dos restaurantes aderentes no site da Câmara Municipal.

Risotto de mexilhão

Agora que os dias mais cinzentos chegaram e principalmente à noite, quando a chuva cai lá fora, poucas coisas me sabem melhor que uma taça de massa ou risotto ainda a fumegar.
Durante o Verão, foram várias as vezes que comi mexilhão (já nem me lembrava quando tinha comido pela última vez!) e soube-me mesmo bem variar da habitual amêijoa, camarão e por aí fora, então achei que seria interessante criar um risotto leve, com sabor a mar e a relembrar um pouco o Verão.
Caso não gostem de mexilhão ou simplesmente quiserem um risotto mais rico, podem usar camarão, amêijoa, lulas, até mesmo algum tipo de peixe como tamboril, bacalhau ou salmão, transformando esta receita num risotto de frutos do mar.




Ingredientes:
300g miolo de mexilhão
1 cebola roxa
2 dentes de alho
50g azeite
1 c. chá açafrão
50g vinho branco
850g água
300g arroz para risotto
15g coentros picados
30g queijo parmesão ralado
1 c. sopa manteiga
Pimenta q.b.




Preparação:
- Pique os coentros 3seg, Vel 9. Retire e reserve.
- Coloque no copo a cebola, o alho e o azeite pique 5seg, Vel 5 e refogue 5min, Temp Varoma, Vel 1.
- Adicione o açafrão, o vinho branco, a água e o arroz para risotto, programe 8min, Temp 100º, Vel Colher Inversa.
- Solte o arroz e adicione os coentros e o mexilhão, programe 8min, Temp 100º, Vel Colher Inversa.
- Junte o queijo parmesão e a manteiga, envolva e sirva.



22 outubro, 2015

Frango na manteiga

Tenho livros de culinária dos mais diversos autores e tipos de cozinha, entre eles do Gordon Ramsay. Adoro a abordagem simples e moderna que faz da culinária, e normalmente das primeiras receitas que testo de cada livro são as receitas com influência asiática ou indiana.
O frango na manteiga, ou Murgh Makhani, é uma receita com origem em Deli, é de certa forma parecido com o tikka masala já que é o resultado é muito rico e cremoso, sendo apenas levemente picante.
O segredo deste tipo de receitas passa por deixar a carne a marinar com antecedência, se possível de véspera e quanto aos ingredientes nada de medos que já é possível encontrar todos na grandes superfícies.




Ingredientes:
500g peitos de frango ou coxas sem ossos e sem pele, em pedaços de 4cm
Azeite ou ghee q.b.
1 cebola picada ou em meia-lua
2 c. chá de pasta de alho e gengibre
1 c. chá coentros em pó
1 c. chá garam masala
½ c. chá de açafrão Margão
Floco de malagueta ou malagueta em pó q.b. (opcional)
2 c. sopa polpa de tomate Compal da Horta
25g manteiga
Coentros picados q.b.

Ingredientes para a marinada:
2 dentes de alho picados
2 c. chá de pasta de alho e gengibre
1 malagueta vermelha, sem sementes e picada
Sumo de meio limão
1 c. chá sementes de coentro
1 c. chá sementes de cominho
½ c. chá açafrão Margão
1 iogurte natural
Sal q.b.
Pimenta q.b.




Preparação:
- Numa taça, coloque o frango e junte a pasta de alho e gengibre, a malagueta e o sumo de limão.
- Numa frigideira anti-aderente sem gordura, torre as sementes de coentro e cominho durante cerca de 1 a 2 minutos. Moa até que fiquem em pó e misture com o açafrão, o iogurte, sal e pimenta.
- Junte a mistura à carne e deixe marinar pelo menos durante 1 hora ou se possível de véspera.
- No momento de cozinhar, numa frigideira coloque o azeite ou ghee e salteie a cebola durante cerca de 5 minutos. Junte a pasta de alho e gengibre e cozinhe até que fique ligeiramente dourado.
- Adicione os coentro moídos, garam masala, açafrão e malagueta, envolva e deixe aromatizar. Junte então a polpa de tomate e depois a manteiga, deixando derreter antes de desligar o lume.
- Retire o frango da marinada e deite os pedaços na frigideira e cozinhe por 10 minutos, virando ocasionalmente até que fique bem cozinhado.
- Reduza o lume, junte o resto da marinada e cozinhe por mais 5 minutos, sem deixar que o molho ferva.
- Rectifique os temperos e sirva com coentros picados e arroz basmati.




Fonte - Receita adaptada do livro Cozinha sem Limites

21 outubro, 2015

Salmão com pasta de coentros e caril

Ultimamente tenho usado salmão com menos frequência na minha cozinha ou quando decido usar salmão acabo por fazer algumas das minhas receitas preferidas que já andam aqui pelo blog ou simplesmente grelhar, daí a ausência de receitas novas.
Quando vi esta receita numa das revistas da Teleculinária, achei que tinha óptimo aspecto e além de ser muito simples de preparar, reunia alguns ingredientes que aprecio bastante: salmão, coentros e caril. Uma combinação muito aromática e com um toque de frescura.
O salmão fica mesmo muito saboroso e suculento, para acompanhar fiz um simples arroz de legumes, mas se preferirem basta uma salada.




Ingredientes para o salmão:
4 medalhões de salmão
100g de pão
3 dentes de alho
Azeite q.b.
1 c. sopa caril Margão
15g coentros
Sal q.b.
Pimenta q.b.

Ingredientes para o arroz:
2 dentes de alho
20g azeite
1 frasco de legumes para salada de arroz Ponti
250g arroz
800 água
Sal q.b.




Preparação do salmão:
- Pré-aqueça o forno a 180º.
- Coloque o salmão num pyrex ou tabuleiro de forno e tempere com sal e pimenta.
- No copo da Bimby, coloque o pão, caril, azeite, alho e coentros, triture 15seg, Vel 5.
- Coloque a mistura por cima do salmão, deite por cima mais um fio de azeite e leve ao forno durante 25 minutos.

Preparação do arroz:
- Coloque no copo o alho a e o azeite e pique 5seg, Vel 5 refogue 3min, Temp 100º, Vel 1.
- Retire o refogado e coloque-o no cesto. Reserve.
- Coloque no copo 800g de água, o sal, depois introduza o cesto com o refogado, os vegetais e adicione o arroz. 
Programe 20min, Temp 100º, Vel 4.
- Durante a cozedura, mexa o arroz com a ajuda da espátula.




Fonte - Receita adaptada da revista Teleculinária semanal nº 1896

20 outubro, 2015

Beatus

Sou uma grande fã de petiscos e por isso quando vi um voucher para este restaurante que incluia 10 tapas, decidi aproveitar.
Quanto à localização, há muito a dizer... é uma zona que já teve melhores dias e está algo ao abandono, por outro lado é uma zona calma, com estacionamento fácil e gratuito.
Achei que as doses estavam adequadas a 2 pessoas, desde que não tenham muito apetite... pelo que vi chegar a clientes de outras mesas, pareceu-me que as doses de quem tinha voucher eram propositadamente mais pequenas. Espero que melhorem alguns aspecto, porque confesso que gostaria de voltar. 



O Beatus está situado num edifício secular que em tempos serviu de armazém de apoio ao Convento do Beato. A decoração mistura o vintage e o moderno, a maior surpresa do Beatus é o grande autocarro de dois andares, vermelho, vindo directamente de Londres e que aqui serve de garrafeira. A ideia engraçada, não fosse pelo facto de algum mobiliário abanar um pouco e ficarmos com a sensação que algo (ou nós próprios) pode cair a qualquer momento.


Supostamente, de acordo com o voucher (já que refere "à escolha"), deveríamos ser nós a escolher as 10 tapas/petiscos, o que não aconteceu... mas já tantas vezes deixei ao critério do staff as escolhas, portanto porque não aqui?!

O atendimento foi fantástico durante toda a noite! Quem nos atendeu foi a Sara, muito atenciosa e bem disposta, ao longo do serviço tentou sempre saber se estávamos satisfeitos.
É servido como welcome drink um moscatel, logo seguido de pão e azeitonas.

Chegam as primeiras tapas: pataniscas, peixinhos da horta e moelas. Destaque para as moelas, muito tenras e com molho apurado, quanto ás pataniscas eram ok em termos de sabor, mas algo massudas e os peixinhos da horta não tinham grande sabor. 
De seguida, os ovos com farinheira, o mix de enchidos e o ratatouille. Os ovos estavam bons, assim como o molho do ratatouille estava bastante apurado, o mix de enchidos que basicamente é feijão era agradável, mas nada foi realmente digno de nota. 
Depois, à nossa mesa chega, mix de grão, cogumelos com bacon e pica-pau de porco. O pica-pau não sendo o melhor que já comi, estava saboroso, destaque pela negativa dos cogumelos que além de não terem qualquer sabor (e tinham bacon) estavam repletos de líquido. 
Por fim, chega o pica-pau de vaca, um pouco melhor que o de porco, com um sabor mais apurado.

Ainda que fosse pago à parte, pedimos uma fatia de bolo para partilhar... e ainda bem que só pedimos uma fatia. O bolo pela sua descrição devia ser delicioso: iogurte, chocolate e natas... só que, não sei se pelo facto de não ter cozido o suficiente ou ser mantido no frio, tinha uma textura estranha.


Beatus Menu, Reviews, Photos, Location and Info - Zomato

19 outubro, 2015

Cogumelos à bulhão pato

Acredito que muito por "culpa" do blog tive uma fase em que comprava frequentemente livros de culinária e também passava muito tempo a ver programas de culinária... actualmente, a compra de livros já é mais esporádica (e ainda não inventaram estantes infinitas!) e muito raramente tenho tempo para ver programas de culinária.
Num dos raros dias em que decidi espreitar o que havia de novos nos canais de culinária fui dar com esta receita no canal 24Kitchen.
Não sendo vegetariana faço receitas vegetarianas com alguma frequência e além disso, sou completamente apaixonada por cogumelos! Por isso, quando vi esta deliciosa receita de cogumelos, que tem tanto de entrada como de petisco, não resisti a experimentar. E acreditem quando vos digo que mesmo que não sejam vegetarianos vão adorar esta receita.




Ingredientes:
400g a 500g cogumelos marrom
30g azeite
3 dentes de alho
Coentros picados q.b.
30ml vinho branco
Sal q.b.
Pimenta q.b.
Sumo de limão




Preparação:
- Limpe e arranje os cogumelos, cortando-os em quartos. Reserve.
- Pique os alhos e os coentros.
- Numa frigideira, deite o azeite e junte os alhos e parte dos coentros. Deixe refogar durante 3 a 5 minutos.
- Junte o vinho branco e depois os cogumelos.
- Deixe cozinhar os cogumelos, durante cerca de 5 a 8 minutos, até que fiquem macios e quando estiverem quase prontos tempere com sal e pimenta.
- Junte mais coentros picados, por cima deite sumo de limão e sirva acompanhado de pão torrado.